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É necessário muito calor para se extrair o óleo da soja e além disso, seu processo de refinamento, que envolve  o uso de solventes e hexano, o torna altamente inflamatório.

Já o azeite extra virgem, é prensado a frio e a partir deste processo, mantém os fitoquímicos e protetores nutricionais saudáveis que nos protegem das agressões oxidativas. Dentre muitas outras vantagens nutricionais, ajuda a diminuir o LDL, um tipo de colesterol que em grande quantidade torna-se muito ruim pra nossa saúde.

A acidez do azeite extra virgem deve ser menor que 0,5%: quanto menor a acidez, menor a oxidação.

Muito importante ressaltar é que  óleo não se deve esquentar! Qualquer óleo, mesmo o azeite! Este é um erro muito comum e por isso as frituras devem ser tão evitadas. O ideal é que o alimento seja cozido na própria gordura. Por exemplo a carne, pode ser cozida na gordura dela; o feijão, não deve ser refogado com azeite, cebola, etc, nada disso!

Coloque os temperos e as ervas na água do cozimento: isso vai alcalinizar e deixar seu feijão muito mais rico nutricionalmente. Aí, depois de pronto é que devemos colocar o azeite, no prato, na hora de servir, pra não saturar: quando você esquenta, você muda a composição molecular da gordura!

Já falamos sobre isso no troca-troca do Arroz Integral, lembram?

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